08 de Novembro de 2017

A hora de investir em imóveis? Agora!

De acordo com matéria recente divulgada no jornal Gazeta do Povo, a partir da análise de dados do mercado imobiliário, é possível afirmar que o setor vive um momento de recuperação e a hora para investir é agora.

O Índice FipZap, por exemplo, que acompanha o preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras, indica que o preço médio de venda de imóveis residenciais nas cidades analisadas acumula queda real de 2,71% nos últimos 12 meses.  Trata-se do maior recuo da série histórica desde o início dos registros, em 2012.

Ainda que o indicador seja negativo, isso significa que o atual ciclo de baixa está se encerrando. Assim como aconteceu após as recessões de 2003 e 2009, essa contração deve ser seguida por um reaquecimento do mercado imobiliário à medida que a confiança e a economia se recuperarem e a oferta de crédito voltar a se expandir, começando pela recuperação de preços.

Em termos de lançamentos, dado que é um termômetro do otimismo do setor, as novas unidades voltaram a crescer. Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) mostram que, nos últimos 12 meses, mais de 73 mil imóveis foram lançados em todo o Brasil, 4,6% a mais do que nos 12 meses anteriores. As vendas também cresceram, 2,3%.

Outro sinal positivo é o comportamento do mercado imobiliário de São Paulo, o maior do país e onde a recuperação é mais veloz. Segundo o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), os lançamentos cresceram 11% nos oito primeiros meses de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016. O número de lançamentos também cresceu: 11,7% de janeiro a agosto em comparação ao mesmo período do ano passado, com um total 9.215 novas unidades residenciais.

Desde janeiro, o Governo Federal também tenta impulsionar o setor, investindo em medidas para os setores da construção civil e mercado imobiliário. Depois de anunciar mudanças no Minha Casa Minha Vida, o Conselho Monetário Nacional elevou o teto para compra de imóveis com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O valor passou de R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão, válido para todos os estados até o fim do ano.

Os bancos também entraram na onda, reduzindo os juros de suas linhas de financiamento imobiliário. Segundo dados do Banco Central, de junho do ano passado para junho deste ano, a taxa média para o financiamento de imóveis para pessoas físicas caiu de 11,2% para 9,2% ao ano.

Para quem tem alguma reserva e pode investir, portanto, a compra de um imóvel é uma ótima oportunidade para se antecipar aos sinais de recuperação e conseguir melhores negociações. Embora não possuam a mesma liquidez que ações e demais aplicações financeiras, imóveis são investimentos seguros. Isso porque, as unidades imobiliárias (residenciais ou comerciais), além de valorizarem ao longo dos anos, podem ser alugadas enquanto não há possibilidade de venda.

CLIQUE AQUI para ler a matéria completa da Gazeta do Povo. 

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